Essa semana assisti um café filosófico com o Rossandro Klinjey, ele também usou o quadro do Hopper para falar sobre como as identidades se tornaram líquidas. Mas ele utilizou a licença poética para colocar nas mãos de cada personagem do quadro um celular, retrato do nosso tempo. Como seriam as pinturas hoje? Não teríamos mais esse olhar atento aos detalhes que criam a arte. Que saudade de poder olhar nos olhos e não através das telas.
Essa semana assisti um café filosófico com o Rossandro Klinjey, ele também usou o quadro do Hopper para falar sobre como as identidades se tornaram líquidas. Mas ele utilizou a licença poética para colocar nas mãos de cada personagem do quadro um celular, retrato do nosso tempo. Como seriam as pinturas hoje? Não teríamos mais esse olhar atento aos detalhes que criam a arte. Que saudade de poder olhar nos olhos e não através das telas.
Amei sua escrita! Abraço!
"talvez se ele postasse
mas ele só olhava ao redor".
Gostei dessa ideia de estar à vista de todos e, ainda assim, parecer invisível
Adoro esse quadro do Hopper! Tá cada vez mais raro encontrar homens como o do poema...
"talvez se ele postasse
mas ele só olhava ao redor" 🙂